Febratex amplia conexões da indústria e leva delegações a conhecer estrutura da FIESC no Vale
A maior feira têxtil das Américas, a Febratex, deve atrair mais de 80 mil visitantes a Blumenau entre 18 e 21 de agosto. A movimentação provocada pelo evento promove encontros e intercâmbios de conhecimentos e experiências. Como consequência desse movimento, o SESI SENAI IEL do Vale do Itajaí recebeu, nesta quarta-feira, 19, a visita de representantes das federações das indústrias dos estados de Minas Gerais (FIEMG) e do Maranhão (FIEMA), além de uma delegação chinesa acompanhada pelo China Trade Center, de São Paulo.
O gerente de Operações Regional Vale do Itajaí, Jeferson Deleon Favero, deu as boas-vindas aos visitantes e apresentou a estrutura mantida pela FIESC na região, que tem como municípios-polo Pomerode, Indaial e Timbó, além de Blumenau. Também foram apresentadas as áreas de atuação das casas que compõem a FIESC: o SESI, com atuação na gestão da Segurança e Saúde no Trabalho e na promoção da saúde; o SENAI, um dos cinco maiores complexos de educação profissional do mundo e o maior da América Latina; e o IEL (Instituto Euvaldo Lodi), que prepara as empresas brasileiras para um ambiente de alta competitividade, com soluções inovadoras e customizadas.
“Para nós, é uma alegria poder recebê-los e proporcionar este momento de aproximação, troca de experiências e integração. O SESI SENAI IEL tem como propósito contribuir para o desenvolvimento da indústria, da educação e das pessoas. E encontros como este fortalecem justamente essa conexão e a construção de novas possibilidades”, destaca Deleon Favero.
Até agora, Ana Rute Mendonça, presidente do Sindivest-MA e diretora da FIEMA, avalia a experiência em Blumenau como “maravilhosa”. A intenção, segundo ela, é levar cursos e fomentar a inovação em São Luís. “Tenho certeza de que há muitas coisas boas que podemos levar daqui para lá”, afirma a presidente.
Em nome da delegação chinesa, Henrique Reis, head de Relações Internacionais do China Trade Center, ressalta a complementaridade das economias brasileira e chinesa. “China e Brasil são economias complementares: o que o Brasil precisa, a China tem; o que a China precisa, o Brasil tem. Por mais que a China seja o nosso principal parceiro desde 2009, é uma relação que ainda tem muito a crescer, e esse intercâmbio é muito importante. A Febratex, ao atrair fornecedores e expositores chineses, cria um ambiente muito rico para gerar essa conexão, inclusive para aquelas empresas brasileiras que muitas vezes não têm disponibilidade de ir até a China. Então, esse intercâmbio é fundamental”, considera Reis.
Enquanto as delegações do Maranhão e da China realizavam uma visita técnica à unidade, a Federação das Indústrias do Estado de Minas Gerais (FIEMG) aproveitou a presença na feira para reunir mais de 70 empresários mineiros e apresentar as experiências em educação profissional desenvolvidas pela unidade da FIESC no Vale do Itajaí.
“Organizamos este evento com a iniciativa de fazer um benchmarking com vocês, porque aqui há um atendimento muito grande ao polo têxtil e de confecção. Fazer essa interação está sendo muito interessante. Descobrimos outros setores que a gente não sabia que vocês atendem e vamos sair daqui com muitas ideias de implementação, além de fortalecer essa conexão com vocês”, destaca Viviane Assunção, analista de projetos do IEL Minas Gerais.
“Quando colocamos boas práticas em contato, abrimos espaço para novas soluções, parcerias e oportunidades para a indústria. Esse intercâmbio é uma forma concreta de fortalecer a educação profissional, a inovação e a competitividade em diferentes regiões. A presença de representantes de outros estados e de uma delegação internacional mostra a importância de criar conexões e ampliar essa rede de cooperação”, avalia Deleon.
Reviewed by Curta Blumenau
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agosto 21, 2026
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